Marcadores de coagulação (fibrinogénio e D-dímero) e microtrombose do nervo ótico
Como resultado, investigadores têm sugerido a medição de marcadores de coagulação como o fibrinogénio e o D-dímero para ver se estes preveem...
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Iniciar teste agoraA neuropatia ótica isquémica anterior é uma condição em que a parte frontal do nervo que leva a informação visual do olho ao cérebro sofre falta de fluxo sanguíneo. Essa redução de sangue causa perda súbita de visão, frequentemente perceptível ao acordar ou ao longo de poucas horas, e costuma afetar parte do campo visual. Existem formas associadas a inflamação das artérias (arterítica) e formas não arteríticas ligadas a fatores de risco vascular como hipertensão, diabetes e apneia do sono. No exame, o nervo óptico pode aparecer inchado e há alterações nos testes de campo visual e na acuidade. O diagnóstico é clínico, apoiado por exames como avaliação do fundo de olho, testes de visão e, quando indicado, exames laboratoriais para excluir causas arteríticas. O tratamento depende da causa: a forma arterítica exige intervenção urgente com corticosteroides para proteger o outro olho, enquanto a forma não arterítica foca no controle de fatores de risco e reabilitação visual. A condição é importante porque pode deixar perda visual permanente e sinalizar problemas circulatórios sistêmicos que merecem investigação. Reconhecer rapidamente os sinais permite tratamento apropriado e reduz o risco de danos maiores.