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Variabilidade da frequência cardíaca

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Ácido Úrico: Antioxidante Versus Pró-oxidante no Glaucoma

Ácido Úrico: Antioxidante Versus Pró-oxidante no Glaucoma

Ácido Úrico: Antioxidante Versus Pró-oxidante no Glaucoma Introdução: O glaucoma é uma doença progressiva do nervo óptico em que o estresse oxidativo e a disfunção vascular são considerados fatores que contribuem para a perda de células ganglionares da retina. O ácido úrico (AU), o produto final do metabolismo da purina, é de crescente interesse porque circula em níveis elevados em humanos e possu...

Biomarcadores de Estresse Oxidativo, VFC e Perda de Células Ganglionares da Retina

Biomarcadores de Estresse Oxidativo, VFC e Perda de Células Ganglionares da Retina

Introdução O glaucoma é uma doença ocular na qual as células ganglionares da retina (CGRs) – as células nervosas que transportam os sinais visuais do olho para o cérebro – morrem lentamente. Isso causa perda gradual e irreversível da visão. Os médicos geralmente se concentram em reduzir a pressão ocular para retardar o glaucoma, mas pesquisas mostram agora que o estresse oxidativo (um tipo de estr...

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variabilidade da frequência cardíaca

Variabilidade da frequência cardíaca refere-se às pequenas diferenças no intervalo de tempo entre batimentos do coração. Não é a variação na frequência média, mas as flutuações naturais que ocorrem quando o ritmo cardíaco muda em resposta a estímulos. Essas diferenças são controladas principalmente pelo equilíbrio entre partes do sistema nervoso que regulam funções automáticas: uma que acelera o corpo em situações de estresse e outra que acalma e facilita a recuperação. Uma variabilidade maior costuma indicar que o organismo se adapta bem a mudanças e ao estresse, enquanto variabilidade baixa pode sinalizar fadiga, estresse crônico ou maior risco de problemas cardíacos. Pode ser medida por eletrocardiograma ou por dispositivos vestíveis que registram batimentos e intervalos. Pesquisadores e profissionais de saúde usam essa medida para avaliar recuperação após exercício, qualidade do sono, resposta ao estresse e evolução de certas doenças. Contudo, ela não é um diagnóstico isolado: precisa ser interpretada junto com sintomas, histórico e outros exames. Fatores como idade, condicionamento físico, medicamentos e alimentação influenciam os valores, por isso a interpretação deve ser individualizada. Monitorar essa variabilidade pode ajudar a ajustar treinos, melhorar hábitos de sono e orientar estratégias de manejo do estresse.