Introdução O glaucoma é agora reconhecido não apenas como um problema de pressão ocular, mas como uma doença neurodegenerativa do nervo óptico. As células ganglionares da retina (CGRs) – os neurônios que enviam sinais visuais do olho para o cérebro – degeneram no glaucoma, muito parecido com a morte de neurônios na doença de Alzheimer ou Parkinson (pmc.ncbi.nlm.nih.gov) (pmc.ncbi.nlm.nih.gov). P...
O sistema nervoso autonômico é a parte do sistema nervoso que controla automaticamente funções do corpo sem que precisemos pensar nelas, como batimentos cardíacos, respiração em repouso, digestão e regulação da temperatura. Ele age como um regulador interno que mantém o equilíbrio do organismo, ajustando respostas quando estamos em repouso ou diante de situações de estresse. Esse sistema costuma ser dividido em duas partes com ações opostas: uma prepara o corpo para enfrentar desafios, acelerando o coração e liberando energia, e a outra ajuda a recuperar e conservar energia, desacelerando processos e promovendo relaxamento. Quando funciona bem, proporciona adaptação rápida a mudanças do ambiente e estabilidade interna; quando desregulado, pode causar sintomas como tontura ao levantar, suor excessivo, alterações na pressão arterial, problemas digestivos e intolerância ao exercício. Condições como diabetes, infecções, doenças autoimunes ou lesões podem afetar esse sistema, levando a sintomas que reduzem a qualidade de vida. Avaliar seu funcionamento envolve testes simples e específicos feitos por profissionais, e o tratamento pode incluir mudanças de estilo de vida, fisioterapia, medicamentos e controle das doenças subjacentes. Entender o papel desse sistema ajuda a reconhecer sinais de alerta e buscar ajuda médica mais cedo, evitando complicações. Em suma, o sistema nervoso autonômico é um gestor silencioso e essencial do funcionamento diário do corpo, e sua saúde é fundamental para o bem-estar geral.