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Resistência à insulina

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IGF-1, Sinalização mTOR e Neurodegeneração Através do Olho e Cérebro

IGF-1, Sinalização mTOR e Neurodegeneração Através do Olho e Cérebro

Introdução O glaucoma é agora reconhecido não apenas como um problema de pressão ocular, mas como uma doença neurodegenerativa do nervo óptico. As células ganglionares da retina (CGRs) – os neurônios que enviam sinais visuais do olho para o cérebro – degeneram no glaucoma, muito parecido com a morte de neurônios na doença de Alzheimer ou Parkinson (pmc.ncbi.nlm.nih.gov) (pmc.ncbi.nlm.nih.gov). P...

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resistência à insulina

Resistência à insulina é quando as células do corpo deixam de responder corretamente ao hormônio insulina. A insulina tem a função de ajudar a entrada de glicose nas células para produzir energia, e quando há resistência, o açúcar fica mais tempo no sangue. Essa condição costuma aparecer antes do desenvolvimento do diabetes tipo 2 e faz com que o pâncreas produza mais insulina para compensar. A resistência à insulina está ligada a excesso de peso, sedentarismo, genética e inflamação crônica. Além de aumentar o risco de diabetes, ela contribui para doenças cardiovasculares, pressão alta e alterações no colesterol. No cérebro e nos olhos, a resistência à insulina pode afetar a função dos neurônios e dos vasos sanguíneos, influenciando o risco de declínio cognitivo e problemas oculares. Diagnosticar essa condição precocemente permite adotar medidas como perda de peso, atividade física e mudanças na alimentação que melhoram a sensibilidade à insulina. Alguns medicamentos também ajudam a controlar resistência e reduzir os riscos associados. Entender resistência à insulina é importante porque ela é um ponto de chegada comum para muitos problemas metabólicos e interfere diretamente na saúde a longo prazo. Controlá-la melhora a qualidade de vida e diminui a probabilidade de complicações sérias no futuro.