Estimulação Elétrica para Glaucoma: Aumento de Sinal ou Verdadeira Neurorestauração?
Estimulação Elétrica para Glaucoma: Aumento de Sinal ou Verdadeira Neurorestauração? O glaucoma é uma das principais causas de perda de visão irrevers...
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Estimulação Elétrica para Glaucoma: Aumento de Sinal ou Verdadeira Neurorestauração? O glaucoma é uma das principais causas de perda de visão irrevers...
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Iniciar teste agoraEstimulação elétrica é o uso controlado de correntes elétricas de baixa intensidade para ativar ou modular nervos e células sensoriais. Em aplicações oftalmológicas, isso pode envolver passar corrente pela superfície do olho, ao redor da órbita ou através do couro cabeludo para atingir vias visuais. O objetivo é alterar a atividade neuronal de forma temporária ou duradoura, promovendo respostas como aumento da excitabilidade, liberação de fatores de crescimento e melhora da circulação local. Diferentes técnicas e protocolos variam em intensidade, frequência e duração, o que afeta os resultados e a segurança. Pesquisas indicam que a estimulação elétrica pode gerar plasticidade neural, isto é, mudanças que ajudam a recuperar ou otimizar funções comprometidas. Por estas razões, ela é estudada como alternativa ou complemento a medicamentos e intervenções cirúrgicas. Apesar do potencial, os efeitos nem sempre são uniformes e dependem do estágio da lesão, da condição do tecido e do protocolo utilizado. Efeitos colaterais costumam ser leves, como desconforto local ou sensações transitórias, mas a técnica exige procedimentos padronizados e supervisão médica. Estudos clínicos continuam avaliando quais pacientes mais se beneficiam e como integrar essa abordagem à prática clínica. No futuro, a estimulação elétrica pode oferecer uma opção adicional para preservar ou melhorar a visão em doenças degenerativas, se as evidências confirmarem sua eficácia e segurança a longo prazo.