Marcadores de coagulação (fibrinogénio e D-dímero) e microtrombose do nervo ótico
Como resultado, investigadores têm sugerido a medição de marcadores de coagulação como o fibrinogénio e o D-dímero para ver se estes preveem...
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Iniciar teste agoraEstado de hipercoagulabilidade é quando o sangue tem tendência a formar coágulos mais facilmente do que o normal. Isso pode acontecer por factores genéticos, como alterações em proteínas da coagulação, ou por situações adquiridas, como infecções, gravidez, cancro ou medicamentos. Inflamação e imobilidade prolongada também aumentam essa propensão a coagulação. Quando o sangue coagula demais podem aparecer trombos nas veias ou artérias, que bloqueiam o fluxo de sangue para órgãos importantes. Esses coágulos podem causar trombose venosa profunda, embolia pulmonar, acidentes vasculares cerebrais e lesões em pequenos vasos de órgãos. O estado pode ser silencioso e só se manifestar quando surge um evento trombótico. Para identificar essa condição os médicos usam exames de sangue específicos, histórico familiar e testes genéticos quando indicado. O tratamento costuma incluir anticoagulantes para evitar a formação de novos coágulos e medidas para tratar a causa subjacente. Também é importante prevenir factores de risco: manter atividade física, controlar peso, tratar doenças crónicas e evitar períodos longos de imobilidade. Conhecer que se está numa fase de maior risco permite tomar decisões médicas mais seguras, por exemplo antes de cirurgias ou durante gravidez.