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risco microvascular
Risco microvascular descreve a probabilidade de danos ou disfunção nos pequenos vasos sanguíneos que irrigam tecidos e órgãos. Esses vasos, chamados microvasos, são responsáveis por levar oxigênio e nutrientes às células e remover resíduos. Quando há risco elevado, os microvasos podem ficar estreitos, fragilizados ou obstruídos, prejudicando a função dos órgãos afetados. Condições como diabetes, hipertensão, inflamação crônica e distúrbios de coagulação aumentam esse risco. Sinais de comprometimento microvascular podem incluir perda de função gradual, dores, feridas que não cicatrizam ou alterações na visão.
Avaliar o risco microvascular é importante porque problemas nesses vasos pequenos frequentemente surgem antes de danos maiores em órgãos vitais. Medições clínicas, exames de imagem e marcadores laboratoriais ajudam a identificar pessoas com maior risco e a monitorar a progressão. Reduzir fatores de risco, como controle da glicemia, pressão arterial e hábitos de vida, pode proteger os microvasos e evitar complicações. Além disso, algumas terapias específicas visam melhorar a circulação microvascular ou reduzir processos inflamatórios que a prejudicam. Compreender e controlar esse risco é essencial para prevenir perda de função em órgãos como olhos, rins e nervos periféricos.