Neuroproteção Além da Pressão: O Que é Real, O Que é Exagero
Uma revisão recente nos lembra que, após décadas de trabalho, “apenas um punhado de terapias neuroprotetoras obteve sucesso clinicamente” (). Em...
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Iniciar teste agoraMemantina é um medicamento oral que age no sistema nervoso para proteger células contra danos causados por excesso de sinalização excitatória. Ela bloqueia de forma parcial e moderada receptores conhecidos por permitir entrada excessiva de cálcio nas células quando estimulados demais, um processo que pode levar à morte celular. Originalmente aprovada para tratar estágios moderados a graves da doença de Alzheimer, a memantina tem sido estudada em outras situações em que esse mecanismo de dano celular está presente. Ao modular essa atividade, o remédio pode ajudar a reduzir a sobrecarga que prejudica neurônios e assim preservar função cerebral ou visual em alguns contextos. A medicação é tomada por via oral e, em geral, é bem tolerada; efeitos adversos mais comuns incluem tontura, dor de cabeça e confusão em alguns pacientes. Importante lembrar que não é uma cura, mas pode atrasar ou amenizar a progressão de sintomas associados ao dano neuronal. A decisão de usar memantina deve ser tomada com um profissional de saúde, considerando benefícios, riscos e outras medicações em uso. Em resumo, memantina importa porque oferece uma maneira de interferir num processo biológico que, quando excessivo, destrói células importantes para a visão e a cognição.